terça-feira, 6 de julho de 2010

A vida do apostolo paulo

Introdução:

Paulo, o missionário. Texto Bíblico: Atos 9.3-19

Após conhecer Jesus e aceitá-lo como Senhor e Messias, Paulo ora e jejua, pedindo orientação, em atitude de profunda dedicação a Deus. A fé salvadora e o novo nascimento a que conduz, sempre levarão o crente a buscar comunhão com seu Senhor, que ele acaba de aceitar.


 

 

A vida do Apóstolo Paulo de Tarso
Era Saulo, nascido na cidade de Tarso que atualmente pertence à Turquia, fabricante de tendas. Depois de Jesus, é considerado a figura mais importante do cristianismo.
Era um judeu filho de uma importante e rica família. Começou a receber aos 14 anos a formação rabínica, sendo criado como fariseus, classe religiosa daquela época.Quando se mudou para Jerusalém, para se tornar um dos principais dos sacerdotes do Templo de Salomão, deparou-se com uma seita iniciante que tinha nascido dentro do judaísmo, mas que era contrária aos principais ensinos farisaicos. Foi em Jerusalém que Paulo participou no apedrejamento de Estêvão, um dos seguidores de Jesus. Paulo foi um perseguidor destes seguidores de Jesus. Dentro da extrema honestidade para com a sua fé e sentindo-se profundamente ofendido com esta seita, que se chamava cristã, começou a persegui-la, culminando com a morte de Estêvão, diácono grego e grande pregador cristão, que foi o primeiro mártir do cristianismo.
dois anos após a crucificação de Jesus, Saulo viajou para Damasco atrás dos cristãos, principalmente de um, que se chamava Barnabé. Na entrada desta cidade, teve uma visão de Jesus, que em espírito lhe perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegues?". Ficou cego imediatamente. Foi então levado para a cidade. Depois de três dias, um discípulo de Jesus, chamado Ananias, foi incumbido de curá-lo. Após voltar a enxergar, foi batizado e converteu-se ao cristianismo, mudando o seu nome para Paulo.
Paulo, a partir de então, se tornaria o "Apóstolo dos Gentios", ou seja, aquele enviado para disseminar o Evangelho para o povo não judeu.
Foi a Jerusalém, levado por Barnabé, para se encontrar com ao díscipulos Pedro e Tiago, líderes da principal comunidade cristã até então. Após muitos anos de atividade missionária, com três grandes viagens apostólicas descritas na Bíblia (incluindo Grécia, Macedônia e Ásia Menor nos itinerários), onde fundou diversas comunidades, foi preso em Jerusalém , foi levado para Roma para ser julgado lá, Na viagem para Roma o navio em que seguia naufragou, tendo ido parar à ilha de Malta. Esteve numa gruta, onde hoje se situa a Igreja de São Paulo em Rabat. Durante os três meses que ali terá passado, São Paulo terá sido mordido por uma serpente e saído ileso do confronto. Um episódio que levou os habitantes locais a vê-lo como um Deus. Mais tarde, terá curado o pai do governador da ilha antes de partir. Quando finalmente chegou a Roma teria sido julgado e, após cerca de dois anos encarcerado, foi libertado.

Paulo escreveu várias epístolas para as comunidades que visitara, pregando e ensinando as máximas cristãs. As cartas relacionadas a seguir (conhecidas como Corpus Paulinum) são aquelas que, tradicionalmente, são atribuídas a Paulo:

No calabouço, reuniu suas forças restantes e escreveu a sua derradeira carta ao estimado discípulo Timóteo (a Segunda Epístola a Timóteo), a quem cuidava como um filho e o nomeou executor de seu testamento. Tinha esperança de vê-lo ainda uma vez, mas tinha receio de que fosse demasiado tarde. Todavia, na missiva pede que ele venha o mais depressa possível e que trouxesse Marcos em sua companhia. Pede também uma velha capa que deixara em Trôade. A friagem do calabouço estava minando rapidamente a sua saúde.

No outono do ano 67 foi agendada a realização da Segunda Sessão do Tribunal. Paulo não tem ilusões, sabe que esta Sessão terminará com sua entrada no reino dos Céus: "Combati o bom combate, concluí a minha carreira, guardei a fé. De resto, me está reservada a coroa da justiça, que o SENHOR, justo juiz, me dará naquele dia" (2 Tim 4,7-8).

O segundo Interrogatório terminou com a sentença de morte.

Certa manhã, o velho Apóstolo foi levado por um grupo de lictores ao longo da Via Ostiense. Seguiram pela Porta Trigemina, passaram ao lado da Pirâmide de Céstio e também pelo terreno aonde hoje se encontra a Basílica de São Paulo Extramuros com o seu túmulo. A seguir os carrascos que o levavam, deixaram a estrada e entraram á direita pela pastagem até o local onde ele foi executado. Hoje naquele lugar, existe a Piazza Tre Fontane. Uma lenda romana conta que no momento da execução, se aproximou do Apóstolo uma cega, chamada Petronila, que lhe ofereceu um véu para vendar-lhe os olhos. (Numa antiga porta de bronze da Basílica de São Pedro, no Vaticano, observa-se um relevo que mostra São Paulo devolvendo à cega Petronila o véu que ela lhe havia oferecido. Quando a jovem colocou o véu sobre os seus olhos, recobrou milagrosamente a visão. ) No local da execução, a cabeça do Apóstolo tombou decepada por um vigoroso golpe de espada. Os lábios de Paulo de Tarso que só pronunciaram palavras ungidas por CRISTO, se fecharam para sempre.

De acordo com a opinião mais comum, Paulo sofreu o martírio no mesmo dia e no mesmo ano que o Apóstolo Pedro. Todavia, alguns estudiosos disputam se foi no mesmo dia, mas não duvidam que aconteceu no mesmo ano. A testemunha mais antiga, São Dionísio, o Corinto, afirma que as execuções foram de fato, no mesmo dia, em locais diferentes.

A conversão de Paulo de Tarso é comemorada no dia 25 de Janeiro e sua festa, é celebrada pela Igreja, no dia 29 de Junho, junto com a Festa de São Pedro Apóstolo.


 

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